O
diferencial de alíquota (Difa), conhecido popularmente por Imposto de fronteira
foi criado em 2009 na gestão de Yeda Crusius, e determina o recolhimento de 5%
de ICMS na compra de produtos de outros estados por pequenas e microempresas
optantes do Simples Nacional
Em razão de
entenderem ser ilegal, por aumentar a carga tributária, muitas empresas começaram
a ingressar na Justiça para questionar o seu recolhimento. Várias conseguiram
liminares, entretanto, uma decisão de 2011 do Tribunal de Justiça do Rio Grande
do Sul decidiu pela validade da cobrança do diferencial.
A Assembleia
Legislativa aprovou no final do ano 2013 lei que extingue a cobrança e o texto
acabou promulgado pela Assembleia após o Palácio Piratini não se posicionar
quanto ao tema.
A Federasul
e demais entidades representativas do comércio alegam que a cobrança tira
competitividade do setor e eleva preços ao consumidor.
Já Fiergs e
as entidades ligadas as indústrias defendem a cobrança para proteger as fábricas
instaladas no Rio Grande do Sul
Durante a
campanha, o governador eleito José Ivo Sartori (PMDB) disse que aplicaria a lei
promulgada pela Assembleia. A decisão do governo de aplicar a lei, por outro
lado, vai significar perda recursos em um momento de fragilidade das finanças
públicas do Estado. A arrecadação gerada pela Difa é de cerca de R$ 200 milhões
por ano.
Portanto, com a situação quase falimentar do Rio Grande do Sul, será difícil para o Governador manter sua promessa.
Portanto, com a situação quase falimentar do Rio Grande do Sul, será difícil para o Governador manter sua promessa.

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